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Goiânia, 27 de Setembro de 2020

Formação - Fatos sobre a confissão

Fatos sobre a confissão

Comumente conhecido como confissão, esse sacramento também é chamado de sacramento da conversão, da penitência, do perdão e da reconciliação.

 

Nos primeiros séculos, quando os fiéis cometiam algo grave, eles deveriam fazer penitência pública; muitas vezes, tais penitências duravam anos.

 

 

Confissão nos tempos modernos

 

 

A prática “privada” desse sacramento ocorreu a partir do século VII por inspiração da tradição monástica do Oriente. Missionários irlandeses apresentaram essa “nova” forma de se confessar mediante o sigilo entre presbítero e penitente.

 

Com isso, houve uma maior frequência e regularidade da prática do sacramento integrando a confissão de pecados graves e veniais em uma única celebração.

 

Esse sacramento, assim como os demais, é sagrado e possui características e particularidades próprias. Por isso, pode ocasionar muitas dúvidas.Comumente conhecido como confissão, esse sacramento também é chamado de sacramento da conversão, da penitência, do perdão e da reconciliação.

 

Nos primeiros séculos, quando os fiéis cometiam algo grave, eles deveriam fazer penitência pública; muitas vezes, tais penitências duravam anos.

 

 

Confissão nos tempos modernos

 

 

A prática “privada” desse sacramento ocorreu a partir do século VII por inspiração da tradição monástica do Oriente. Missionários irlandeses apresentaram essa “nova” forma de se confessar mediante o sigilo entre presbítero e penitente.

 

Com isso, houve uma maior frequência e regularidade da prática do sacramento integrando a confissão de pecados graves e veniais em uma única celebração.

 

Esse sacramento, assim como os demais, é sagrado e possui características e particularidades próprias. Por isso, pode ocasionar muitas dúvidas.

 

 

Como podemos nos preparar para a confissão?

 

 

A confissão é um momento muito importante, no qual Deus, diante de Seu infinito amor e misirecódia, compreende nossas fraquezas e perdoa nossas faltas.

 

Para vivê-lo da melhor maneira, é preciso olhar para dentro de nós mesmos e fazer um exame de consciência, recordando os Mandamentos da Lei de Deus, da Lei da Igreja e os Pecados Capitais.

 

 

 

Dez fatos sobre a confissão

 

 

 

Ato de contrição

 

O ato de contrição é uma oração que expressa o arrependimento do cristão pecador. É recitada da seguinte maneira: “Meu Deus, eu me arrependo, de todo o coração, de Vos ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo, com a Vossa graça, esforçar-me para não mais pecar. Meu Jesus, Misericórdia.”

 

A absolvição dos pecados

 

Na Igreja latina, utiliza-se a fórmula da absolvição, a qual nos indica que Deus Pai é fonte de todo perdão.

 

“Deus, Pai de misericórdia, que, pela Morte e Ressurreição de Seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para remissão dos pecados, conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu o absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.

 

 

 

O pecado é uma ruptura da nossa relação com Deus

 

 

Se formos ao Dicionário da Língua Portuguesa e pesquisarmos o significado de pecado, encontraremos a seguinte definição: “Violação de um preceito religioso. Desobediência a qualquer norma ou preceito; falta, erro”. É essa a definição mais comum sobre o pecado. Somos formados e educados como se Deus e Sua Igreja fossem uma “escola militar”, onde quem não cumpre as “regras” é castigado. Esse é um tema importante para o homem, pois fala diretamente da sua conduta, das suas escolhas e da sua esperança. Por isso, não basta ir ao dicionário para entender algo profundo assim, precisamos recorrer à Palavra de Deus e à Doutrina da Igreja.

 

 

-O-pecado-é-uma-ruptura-da-nossa-relação-com-Deus-

 

 

 

Comecemos recordando a narrativa da criação do homem em Gênesis 1,27: “Deus criou o homem a sua imagem, a imagem de Deus o criou”. É importante termos, bem claro, esse pequeno trecho da criação, para entendermos o pecado de forma mais profunda.

 

Inocência original

 

Deus nos criou puros, pois somos a imagem e semelhança d’Ele. São João Paulo II, em sua segunda catequese sobre a Teologia do Corpo, usa, pela primeira vez, o termo “inocência original”. O Santo conclui que, antes do “pecado original”, o homem vivia na sua perfeita forma, ou seja, na originalidade do que Deus quis para ele. O gênero humano era puro. O pecado, fruto de uma escolha livre do próprio homem, arrancou-o do estado de “inocência original” e colocou nele a marca do “pecado original”.

 

Para entendermos bem o que é pecado, também precisamos entender quem é Deus e quem somos nós. Não podemos esquecer que Deus é Trino: Pai, Filho e Espírito Santo, Ele é relação.

 

Deus nos criou para nos relacionarmos

 

A palavra “pessoa” tem origem no termo grego Prosopon, que significa algo como “um rosto voltado para outro rosto”, ou seja, uma relação. Deus nos criou para nos relacionarmos. Logo no início, Ele colocou Adão em convívio com toda a criação (cf. Gn 2,8); Ele não quis que o ser humano estivesse só (cf. Gn 2,18); e, a todo instante, o Senhor se mantinha em plena relação com o homem (cf. Gn 2,1-25).

 

Se ser pessoa é ter “relação”, o que é o pecado? Pecado é uma falência da relação, é não amar, é um ato de livre escolha, que traz várias consequências para nós, sendo a maior delas a ruptura da relação com Deus. Portanto, pecado não é um código que transgredimos, mas uma relação que destruímos com nosso próximo, com nós mesmos e com Deus.

 

A perfeita expressão do amor de Deus

 

Quando nos deparamos com o sofrimento de Cristo na cruz, estamos diante do preço que Ele pagou para restabelecer nossa relação com Ele. A perfeita expressão do amor de Deus por nós é a Sua misericórdia. Ao nos conceder Seu perdão, Deus nos restabeleceu aquilo que Ele pensou para nós desde sempre: a “inocência”.

 

Data: 17/06/2019

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